Governos, segurança, educação e economia precisam ser geridos com base na Bíblia e um unidade para prosperidade da nação

As esferas de influência de uma nação são sete: família, igreja, educação e ciência, segurança, governo, mídia e artes, e economia. Já abordamos, em conteúdo anterior,  três delas: família, igreja e mídia e artes.
 
Nesse texto, destacamos a relevância da unidade e dos relacionamentos nas demais: governo, segurança, educação e economia, bem como os motivos pelos quais precisam ser norteadas pela Palavra.
 
Para governar um povo de maneira justa é preciso estar alinhado (a) com os mandamentos de Deus e o exemplo para as ações dos governantes deve ser o próprio Senhor, que reina para sempre e governa os povos com retidão, justiça e amor.
 
Todos os que estão em posições de autoridade prestarão contas a Deus sobre os seus atos, porque foram colocados nestes cargos pelas mãos do Senhor.

Na maioria dos atuais modelos de governo, várias outras autoridades são estabelecidas para auxiliarem o presidente, governadores ou prefeitos. Esses escolhem ministros, secretários e técnicos, que exercem funções específicas em cada um dos segmentos da administração pública.
 
Todos os que estão em posições de autoridade têm a responsabilidade de escolher bons líderes.
 
“Juízes e oficiais porás em todas as tuas cidades que o Senhor teu Deus te dá, segundo as tuas tribos, para que julguem o povo com justiça. Não torcerás o juízo; não farás acepção de pessoas, nem receberás peitas; porque a peita cega os olhos dos sábios, e perverte a causa dos justos” (Deuteronômio 16:18-19).

Por isso a unidade em torno dos governos é tão importante. É necessário que todos orem pelo sucesso dos líderes, para que eles sejam guiados por Deus e não se desviem das leis do Senhor.
 
No entanto, os indivíduos precisam lembrar que a autoridade de Deus se sobrepõe à dos homens e que os mandamentos de Deus é que devem ser observados.
 
Da mesma forma, um governo no qual a corrupção financeira exista e não seja combatida está fora dos preceitos das leis de Deus. É preciso que governantes, bem como toda a equipe econômica e cidadãos se unam em ações e orações que devolvam a retidão aos trabalhos desenvolvidos na área econômica, e promovam estratégias de desenvolvimento que estejam norteadas pelas regras do Senhor.

Desperdício do dinheiro público, desdém com as necessidades dos cidadãos e aplicação das verbas de maneira fútil revelam direcionamento econômico em desacordo com o determina a Bíblia, trazendo fome e miséria para o povo. Tudo deve ser calculado, para que nada falte aos cidadãos de uma nação:
 
Jesus afirmou que aquele que vai construir deve calcular a despesa antes de começar a obra, e Isaías nos adverte quanto ao gasto sem sabedoria. “Por quê gastais o vosso dinheiro naquilo que não é pão”? (Is.55.2).
Para agir de forma correta, justa e ética, as autoridades precisam ter recebido educação primorosa e em linha com os ensinamentos do Senhor. Por esse motivo, a educação é uma das áreas de influência de um país que precisa ser cuidada e gerida com esmero.
 
A bíblia afirma que tudo o que é genuinamente bom, correto e justo vem de Deus e nos ensina também que a coletividade deve assumir a responsabilidade de ensinar e encaminhar as crianças dentro dos princípios que provém de Deus, registrados nas Sagradas Escrituras.
 
Desta forma, a educação em geral, nas diversas áreas do conhecimento deve estar sujeita e submissa aos ideais estabelecidos por Deus.
 
“Essa é a única maneira de crianças, jovens e adultos serem capacitados de forma equilibrada, de forma que traga benefícios para toda a sociedade”, frisa o capelão dos PMs de Cristo, Jeferson Luis Ilário.
 
Ilário conta que a educação pública tem raízes no cristianismo.
 
“Lutero imprimiu traduções da bíblia dos originais para o alemão, com o objetivo que cada pessoa, cada família tivesse a bíblia em casa para poder estudar e entender o que Deus tinha a ensinar. Só que, para isso, as pessoas precisavam aprender a ler. Assim, Lutero promoveu o ensino e o desenvolvimento da educação pública para que todos os alemães fossem alfabetizados e pudessem ler a bíblia”, complementa o capelão.
 
A educação deve ter como princípio regulamentador a própria inspiração de Deus, a fim de que as nações tenham educação pública equilibrada, que alcance e beneficie a todos, sem exceção.
 
Em unidade, a família, autoridades, professores, e toda a comunidade devem ser pautados por essa realidade, levando em consideração que o propósito de Deus é que todos tenham conhecimento para que toda a sociedade seja beneficiada.
 
“Esse é o princípio que a bíblia nos ensina. Ela diz que devemos ensinar a todos, que todos devem ter conhecimento, por isso, a principio o conhecimento de Deus, de todas as coisas que ele criou, e de todos os meios que ele estabeleceu para que o ser humano se desenvolvesse e fosse capacitado nas várias áreas de conhecimento e nas várias áreas profissionais”, finaliza Jeferson Luis Ilário.

Assim como as demais áreas de influência de um país, também a área da segurança pública deve ser direcionada por Deus.
 
O apóstolo Paulo nos ensina em Efésios, capítulo 4, que a unidade é gerada pelo Espírito Santo de Deus.
 
A unidade não nasce do desejo humano, mas é originada pelo desejo do próprio Deus, que a humanidade permaneça em unidade.
 
“O próprio Espírito Santo é quem nos leva a essa unidade e quem mantém essa unidade”, afirma o capelão Jeferson Luis Ilário.
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Quando se fala em unidade na segurança pública, qual a importância da existência dela entre as autoridades, agentes e todos os funcionários que nela atuam?
 
“Ainda segundo o mesmo texto, em Efésios, capítulo 4, o propósito da unidade gerada pelo Espírito Santo, promove a paz, é o vínculo da paz. Uma vez que esse é um dos propósitos da unidade gerada por Deus, a unidade na segurança pública irá conduzir aqueles que estão em unidade, justamente para a paz, para a vida tranquila, para a vida segura na sociedade”, prossegue o capelão dos PMS de Cristo.
 
Em Efésios, capítulo 5, o apostolo Paulo trata sobre como devem ser os relacionamentos entre as pessoas, de acordo com os princípios de Deus. Nesse capítulo, no verso 21, ele aponta como devemos nos sujeitar uns aos outros.
 
“A sujeição uns aos outros é o reconhecimento da posição que cada um ocupa na sociedade. Uma vez que reconhecemos nossa posição, devemos respeitá-la e respeitar a autoridade que está acima dela”, revela Jeferson Luis Ilário, e ele prossegue: “É importante destacar que a bíblia, quando cita autoridade, não está referindo-se somente em respeitar a pessoa que ocupa determinado cargo ou posição de autoridade, mas sim, de respeitarmos a autoridade em si e, consequentemente, a pessoa que representa essa autoridade”, conclui.
 
Portanto, de acordo com o capelão dos PMs de Cristo, o que a bíblia nos ensina é que nós devemos reconhecer que toda autoridade vinda de Deus e as pessoas que representam essa autoridade. Dessa forma, é importante que todos se relacionem de forma sempre respeitosa, reconhecendo quem o outro representa, ou seja, o próprio Deus.

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